É hoje! Esperamos TANTO por esse momento e ele finalmente chegou, ‘Vingadores: Ultimato’ já está em todos os cinemas do mundo e antes mesmo de chegar as telonas, a crítica especializada já conferiu e deixou seu parecer do que podemos esperar com essa grande estréia. Confira agora alguns trechos das críticas dos principais veículos do mundo, ah e sem spoilers:

O crítico da VarietyPeter Debruge, elogia e deixa claro que o espectador precisa ter visto e revisto todos os filmes para apreciar Ultimato:


“Dito isto, os leitores também devem ser avisados que Vingadores: Ultimato depende do mais frustrante dos truques narrativos, e que nenhuma análise significativa do filme pode acontecer sem se aprofundar em algumas das escolhas feitas pelos irmãos Russo e roteiristas Christopher Markus e Stephen McFeely. Se Guerra Infinita foi anunciado como um evento imperdível para todos os espectadores, independentemente de terem ou não visto um único filme da Marvel antes, Ultimato é um grande filme para fãs, densamente recheadas de recompensas com os relacionamentos estabelecidos nos filmes anteriores, o que exige que as audiências façam a lição de casa de assistir (ou re-assistir) uma dúzia de filmes anteriores para apreciar a sensação de fechamento que oferece aos personagens mais populares da série.”


Para Michael Rogeau do Gamespot, apesar do filme ter algumas poucas cenas que ele descartaria, Vingadores: Ultimato é uma realização emocional pra todos os fãs:


“Vingadores: Ultimato funciona absolutamente como uma experiência de filme blockbuster. Se você está de alguma forma investido na situação que os Vingadores enfrentam após os eventos que o levaram até aqui, você se sentirá satisfeito com este filme. As badaladas três horas de duração não é brincadeira, mas quase todos os minutos são bem usados, exceto algumas cenas estendidas que provavelmente poderiam ter sido deixadas para o Blu-ray. Vingadores: Ultimato consegue amarrar todo o MCU com uma bela, emocional e gutural conclusão dolorosa e esperançosa, que é uma realização inegável.


Para Bradon Davis do ComicBook, Vingadores: Ultimato é considerado a mais nova obra-prima do cinema:

“O último filme da Saga do Infinito é uma obra-prima. É um espetáculo absoluto que precisa ser assistido na maior tela possível. É uma carta de amor para os fãs do Universo Cinematográfico da Marvel. Na verdade, eu diria que Vingadores: Ultimato é o evento cinematográfico de toda a nossa vida e atende a todas as expectativas globais que vem ganhando. Está estabelecendo um novo padrão e elevando o padrão para filmes-eventos que provavelmente não será igualado nesta geração de filmes.”

Mike Sorrention do CNET diz que o filme pode ser visto e admirado até por quem não conhece muito sobre o Universo Marvel:

“Ultimato é o maior capítulo de todos os tempos para os filmes da Marvel, mas felizmente um conhecimento profundo desses filmes é desnecessário. O enredo dá uns pulos em alguns momentos, o que pode confundir espectadores casuais, mas o resultado final é: não desista. É muito divertido.”

Toddy McCharty do The Hollywood Reporter fala sobre todo o sentimento de despedida que o filme carrega, com certeza fará os fãs chorarem:

“É um tipo de melancolia que permeia o filme, que dificilmente atrapalha o entusiasmo e o entusiasmo que as aventuras da Marvel quase sempre transmitem de alguma forma. O sentimento de finalidade e de despedida potencial às vezes é sugerido em silêncio. No modo como alguns momentos se prolongam, transmitindo a sensação fatalista de que esta pode ser a última vez para alguns desses personagens. No ritmo que está acontecendo, a Marvel estará por aí a maior parte do tempo, mas essa provavelmente será a última canção para alguns membros do elenco.”

A. O. Scott do New York Times compara o filme a uma show em que os músicos todos se despedem e retornam para cantar uma emocionante última música:

“Ainda assim, Ultimato é um monumento à adequação, um encaixe preciso para uma empresa que descobriu como ser suficientemente boa para pessoas suficientes o tempo todo. Não que realmente tenha acabado, é claro: a Disney e a Marvel ainda estão trabalhando em novas parcelas no dinheiro-tempo contínuo, mas os Russo fornecem a sensação de um final, uma chance de apreciar o que foi feito antes que os cronogramas sejam redefinidos e todos nós voltemos ao trabalho. A história permite alguns êxitos nostálgicos, e o desfecho é como o bis de um grande concerto, quando todos os músicos saem e juntam os braços e cantam algo como ‘Will the circle be unbroken’. Você não achou que isso aconteceria com você, mas acontece.”